junho 16, 2009

VALE A PENA LER!!!!

PROPOSTA DE PLANO DE ESTUDO PARA ENSINO RELIGIOSO


Introdução

A discussão sobre o papel do Ensino Religioso nas escolas da Rede Sinodal de Educação já vem de longa data. Sente-se a necessidade de definir melhor o que queremos com o Ensino Religioso nas nossas escolas e como vamos organizá-lo para que ele atinja os objetivos propostos nos Projetos Pedagógicos das escolas cristã-luteranas.
Percebe-se uma preocupação das pessoas envolvidas na busca de caminhos para a valorização do Ensino Religioso nas escolas e um anseio muito grande em compartilhar experiências para assim, traçar metas e objetivos em comum. Urge também a necessidade de uma definição de qual Ensino Religioso queremos nas escolas. A pergunta sobre a definição do tipo de Ensino Religioso que se quer, ou que se necessita, soa entre professores e equipes pedagógicas: Queremos o enfoque confessional, interconfessional ou inter-religioso?
Entende-se como:
a) confessional: trabalho do ponto de vista de uma única denominação, no caso, a confessionalidade luterana.
b) interconfessional: opção pelo ensino religioso do ponto de vista cristão, onde se trabalha mais os valores do que o aspecto doutrinário.
c) inter-religioso: opção pelo ponto de vista das diferentes religiões a fim de conhecê-las e respeitá-las.

No texto, Diretrizes da Política Educacional da IECLB, encontramos a opção feita pela IECLB para o ensino interconfessional. Veja no recorte abaixo:
3.5. Ensino Religioso
A Educação é compromisso fundamental da Igreja. A Igreja deve estar a serviço da educação, zelando para que todos tenham acesso à educação, à educação religiosa e à educação na fé.
A IECLB, como entidade civil, tem a responsabilidade de envolver-se com as questões voltadas para a vida cidadã. Entre elas, estão o acompanhamento e a inserção nos espaços de discussão, implantação e implementação das políticas públicas educacionais, e principalmente o envolvimento com aquelas que tratam da dimensão religiosa do ser humano.
Na prática do Ensino Religioso, devemos ter abertura para o diálogo inter-religioso e a vivência ecumênica. Para isso, precisamos ter clareza da própria identidade e da confessionalidade evangélico-luterana.
O Ensino Religioso tem como meta a proposta e a busca por uma vida plena e justa. Essa meta está presente na sala de aula, mas também no modo como o educador ou a educadora veicula o saber, seja através do planejamento, da seleção de conteúdos, da escolha do método de trabalho, do posicionamento frente às questões existenciais que fazem parte do cotidiano.
O Ensino Religioso é testemunho e missão da IECLB quando está voltado para as situações do dia-a-dia, seja mostrando os sinais de mudança que já existem ou a constituírem-se.
A legislação sobre o Ensino Religioso, conforme a Política Educacional vigente, propõe a construção e a vivência de um projeto de vida fundamentado no exercício da cidadania, na justiça, nos direitos humanos e na defesa da dignidade do ser humano. Ele deve auxiliar e resultar na formação e capacitação de pessoas alegres, com esperança de e na vida.

De acordo com a Lei 9.475, de 22 de julho de 1997, no
Art. 33 - O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
§ lº - Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores.
§ 2º - Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso."

O Ensino Religioso é a área do conhecimento que busca desenvolver a dimensão religiosa do ser humano na sua formação integral. O Ensino Religioso possui um caráter essencialmente social, pois desenvolve um processo de ensino-aprendizagem onde o ser humano está voltado para o outro, quer ajudar as pessoas a desenvolverem uma vivência e uma filosofia de vida fundamentadas na ética, onde a defesa dos direitos humanos é fundamental.
Como processo educacional que parte da pessoa, o Ensino Religioso requer uma forma integrada de ação dentro do ambiente escolar, o que implica uma proposta interdisciplinar de ensino e uma clara relação entre religiosidade, fé e vida. Deve ter objetivos claros e definidos, conteúdos bem selecionados, uma equilibrada programação para cada ano, um estudo sistemático e orgânico.
Chamamos a atenção para a denominação Ensino Religioso do referido componente curricular , conforme legislação vigente. Sugerimos assim, para as escolas da Rede Sinodal de Educação a adoção desta denominação.
Assim, tendo a preocupação primeira de refletir sobre os objetivos e os conteúdos, um grupo de educadores da Rede Sinodal de Educação, indicados pelo Conselho de Educação da IECLB, elaborou uma proposta de plano de estudo para o Ensino Religioso nas escolas da Rede Sinodal de Educação. Trata-se de uma proposta, o que significa que as escolas podem melhorá-la, incrementá-la ou a partir dela desenvolver seu programa.

Objetivos do Ensino Religioso nas escolas da Rede Sinodal de Educação:

* Refletir sobre a importância do fenômeno religioso;
* encontrar respostas para questões existenciais;
* mobilizar para a vivência cristã.

Referenciais:

A proposta pedagógica para o Ensino Religioso deve ter como referencial a Bíblia, o Calendário Litúrgico e as bases confessionais luteranas. Entendemos como referencial, o lugar de onde olhamos o fenômeno religioso, valorizando a bagagem cultural religiosa do aluno.


PLANOS DE ESTUDOS:

Educação Infantil

Temas:
Valores: confiança, afetividade, solidariedade, amizade, respeito.

Conteúdos:
Histórias bíblicas (seleção de histórias a partir da realidade da sala de aula)

Competências e habilidades:
Compreender a importância de cada um na formação da sociedade;
Valorizar as atitudes, as opiniões, as críticas de si mesmo e de seus colegas;
Manifestar atitudes de respeito, de cuidado e de responsabilidade por si mesmo, pelo outro e pela natureza;
Reconhecer a importância da natureza para a continuidade da vida;
Identificar a manifestação do transcendente;
Conhecer os símbolos das tradições religiosas representadas em sala de aula;
Apontar valores necessários para o convívio em sociedade.

Procedimentos:
Contar as histórias bíblicas usando diversos recursos:fantoches, gravuras, objetos, fotos, livros, lâminas, flanelógrafo, painéis, vídeos e data-show.
Dramatizar pequenas situações, gestos ou personagens da história narrada;
Dialogar e interagir com os alunos em sala de aula;
Propor diálogos com os pais e envolver estes depoimentos no diálogo em sala de aula;
Cantar, ouvir, refletir e criar a partir das músicas;
Fazer brincadeiras; deixar criar, fantasiar e inventar, tocar as pessoas, conversar sobre possíveis reações durante os jogos e as brincadeiras;
Realizar atividades em grupos;
Realizar atividades ao ar livre, deixando espaço para que a criança (re) crie situações e desenvolva a sensibilidade para ouvir, cheirar, sentir, enfim, para vivenciar.
Realizar atividades em grupo que proporcionem o auto-conhecimento e o relacionamento inter-pessoal.
Confeccionar materiais: objetos citados nas histórias ou criados a partir das histórias, brinquedos, cartões, presentes para os colegas, enfeites etc.
Celebrar e orar.

Sugestão de histórias bíblicas:
Criação (Gênesis 1 e 2) – Arca de Noé (Gênesis 6-7)

Confiança - História de Daniel; A ovelha encontrada ( Lucas 15. 1-7); O filho pródigo (Lucas 15. 11-31)

Ajuda, amizade, confiança - História do paralítico de Cafarnaum (Marcos 2); A unidade orgânica da igreja (1 Coríntios 12. 12-30); A parábola do amigo importuno ( Lucas 11. 5-8); Jesus acolhe as crianças ( Marcos 10. 3-16); Jesus acalma a tempestade ( Mateus 8. 23-27)

Solidariedade - O bom samaritano (Lucas 10. 25-27); Elias e a viúva de Sarepta (Reis 17. 8-24); Deus dá comida para o seu povo (Êxodo 16.3-1,11-15,31)

Respeito - Seja o maior como o menor (Lucas 22. 24-26; Salmo 8)


Ensino Fundamental – Séries iniciais

Temas:
Respeito à vida
Solidariedade
Perdão
Paz
Ecologia
Valores de convivência

Conteúdos:
Histórias bíblicas (seleção de histórias a partir da realidade da sala de aula)

Competências e habilidades:
Desenvolver atitudes de agradecimento, de amor e de respeito ao transcendente pelo dom da vida, pela capacidade de fazer diferentes ações e pela vida de cada um;
Desenvolver atitudes de respeito, de cuidado e de responsabilidade com a natureza;
Aprender a admirar com respeito os símbolos das diferentes tradições religiosas representadas em sala de aula;
Conhecer comportamentos religiosos simples (gestos, posturas) e o que eles expressam nas diferentes tradições religiosas existentes na sala de aula;
Valorizar o relacionamento com o outro;
Entender que a comunicação e a união acontecem através do dar, do receber e da troca de conhecimentos e saberes realizados entre as pessoas;
Identificar a manifestação do transcendente;
Identificar comportamentos religiosos manifestados em casa, na sala de aula, nos diferentes lugares de culto das várias TRs (Tradições Religiosas);
Conhecer os elementos e partes que compõem as celebrações das diferentes TRs representadas em sala de aula;
Celebrar e orar.

Procedimentos:
Contar as histórias bíblicas com muita criatividade, usando:fantoches, gravuras, objetos, fotos, livros, lâminas, flanelógrafo, painéis, vídeos, slides e data-show.
Dramatizar (encenar) pequenas situações, gestos ou personagens da história narrada;
Criar outras histórias, relacionadas ao dia-a-dia, a partir das mensagens das histórias bíblicas (Se a história acontecesse hoje, como seria?; transformá-las em história em quadrinhos, entrevistar os personagens... um exercício de faz -de -conta para ajudar na interpretação);
Cantar, ouvir, refletir e criar a partir das músicas;
Fazer brincadeiras; deixar criar, fantasiar e inventar, tocar as pessoas, conversar sobre possíveis reações durante os jogos e brincadeiras;
Realizar atividades em grupos;
Estimular para a realização de pequenas pesquisas na comunidade para fazer uma análise da realidade local e para se ter uma percepção da dimensão e importância do tema;
Realizar atividades ao ar livre, deixando espaço para que a criança (re) crie situações e desenvolva a sensibilidade para ouvir, cheirar, sentir, enfim, para vivenciar;
Confeccionar materiais: objetos citados nas histórias ou criados a partir das histórias, brinquedos, cartões, presentes para os colegas, enfeites etc;
Identificar as TRs existentes na escola e no município.

Sugestão de histórias bíblicas:
Respeito à vida - História de Abraão - Sarah e Abraão vão para uma nova terra - A promessa de Deus para Abraão – O nascimento de Isaque (Gênesis 21.1-3.6,8)

Perdão - A parábola do filho pródigo (Lucas 15.11-32); A parábola do credor incompassivo (Mateus 18. 23-25); Jacó se encontra com Esaú (Gênesis 23)

Paz - Festa de Caná (João 2; João Batista- Lucas 1)

Ecologia (Gênesis 1. 1-26; Salmo 8 ; Gênesis 8. 6-12)

Valores de convivência A parábola dos trabalhadores na vinha (Mateus 20.1-16); A parábola da ovelha perdida (Mateus 18. 10-14); O maior no reino dos céus (Marcos 9.33-37); A torre de Babel (Gênesis 11.1-9) Rute





Ensino Fundamental: 4ª a 6ª série

Temas:
Transcendência e imanência, respeito e solidariedade, alteridade, pluralidade religiosa, comunidade e grupos sociais, justiça social e paz.

Conteúdos:
Relação humana com o transcendente;
A compreensão do transcendente e a estrutura do mundo pessoal a partir dessa experiência;
Valores humanos e religiosos;
Conhecimento de si e do outro;
A solidariedade como valor;
Tipos de comunidades;
História das comunidades, das famílias, das sociedades cívicas e religiosas no contexto escolar;
Sentido e importância de viver em comunidade;
A importância das comunidades para a vivência da paz, a prática do diálogo e da justiça;
Os valores necessários para a vida pessoal e social, conforme as diferentes TRs;
A paz e a tolerância como grandes valores entre os grupos sociais;
Projetos de paz.

Competências e habilidades:
Identificar a presença do transcendente na vida pessoal , familiar e na sociedade local;
Compreender que o ser humano procura relacionar-se e dialogar com o transcendente;
Entender como se vivencia o mistério transcendente através das doutrinas, ritos e tradições;
Perceber como o sagrado se manifesta na pessoa humana (sacerdotes, profetas, videntes, etc);
Reconhecer a revelação do transcendente manifestado pelo texto sagrado;
Reconhecer que as expressões do transcendente são multiformes;
Descobrir a sua individualidade, resgatando a auto-estima e reconhecendo-se como se único, capaz, mas também limitado;
Reconhecer o outro com suas capacidades e limitações;
Aprender o valor da convivência na solidariedade, baseada no respeito mútuo e na aceitação do diferente como algo enriquecedor;
Reconhecer a diversidade e o pluralismo cultural e religioso;
Entender que a vida em grupo auxilia no crescimento das pessoas;
Entender paradigmas de sociedade/grupos sadios, baseados em valores humanos de igualdade, justiça social e paz;
Reconhecer os diferentes tipos de valores propostos pelas TRs;
Refletir sobre a influência das TRs na forma como as pessoas pensam, sentem e agem.

Sugestão de histórias bíblicas:
Justiça - Salomão julga um caso difícil (1 Reis 3. 16-27)

Alteridade - Parábola do credor incompassível (Mateus 18)

Solidariedade - O Bom Samaritano (Lucas 10. 25-37); Multiplicação dos pães (João 6.1-15); Jesus cura um paralítico (Lucas 5. 17-26); História de José (Gênesis 37 e seguintes)

Pluralidade religiosa - Cura dos 10 Leprosos (Lucas 17.11-19)

Amor ao próximo (Mateus 5. 43-48)

Transcendência e imanência - Eu e meu Pai somos um (João 8); Confissão de Pedro (Mateus 13.13-18); Jesus Bom Pastor (João 10.11-18)

Justiça social - Os trabalhadores da plantação de uvas (Mateus 20.1-16); Mulher adúltera (João 8); O rico e o lázaro (Lucas 16.19-31)

Paz - Jesus e o bom Pastor (João 10.11-18); Bem-aventuranças (João 20.21)

Procedimentos:
Contar as histórias bíblicas, usando diferentes recursos;
Dramatizar (criar diferentes cenários...);
Fazer releituras das histórias (quem seriam hoje esses personagens?...);
Cantar;
Trabalhar com textos de músicas;
Organizar projetos de intervenção social;
Visitar instituições;
Montar painéis a partir de temas atuais;
Assistir a filmes; organizar debates a partir dos filmes.


Ensino Fundamental: 7ª e 8ª série

Temas:
Jeitos de crer, o valor da vida, vivência religiosa,vida e morte, solidão e sexualidade (trabalho interdisciplinar)

Conteúdos:
A experiência religiosa: vivência do mistério transcendente nas doutrinas, ritos e tradições;
As condutas humanas e as exigências das TRs (Tradições Religiosas): as orientações para a vida conforme as diversas TRs;
O valor da vida nas TRs;
A experiência da fé como fator influente na formação ética das pessoas;
Tradições religiosas;
Religiosidade popular (superstições, magias, fetiches);
Dimensão religiosa humana: força e ambigüidade;
Arestas religiosas no futebol, rock e carnaval;
Posições sobre o estudo da vida e da morte ao longo da história;
Os limites éticos do agir humano;
Identidade: pessoal, social, afetiva religiosa e sexual;
A consciência da sexualidade.

Competências e habilidades:
Conhecer práticas de espiritualidade das TRs para se relacionar com o transcendente;
Descobrir que somos seres em constante processo de construção e que a fé no transcendente auxilia no nosso crescimento como pessoa feliz;
Entender que a experiência religiosa é uma das formas dos fiéis se conhecerem melhor e verem seus relacionamentos com os outros e com o mundo;
Perceber as influências das TRs na vida das pessoas e de uma comunidade;
Propor sentidos à vida num contexto pleno de significados como: a fé, as ciências, o conhecimento do sagrado, identidade e corporeidade, diferentes expressões de sexualidade, dons e potencialidades, corpo como templo do sagrado, relacionamentos e afetividade;
Constatar que há diferentes compreensões do transcendente e da experiência religiosa;
Perceber que há orientações de vida propostas pelas normas, crenças e mitos das TRS;
Enfatizar o amor, o respeito e a responsabilidade na abordagem da sexualidade.

Sugestão de histórias bíblicas:
Jeitos de crer - A incredulidade de Tomé (João 20.24...); Deus põe Abraão à prova (Gênesis 22.1-3,15-18); A tempestade no mar (Atos 27.1- 41); A fuga de Jacó (Gênesis 28)

O valor da vida - Filho pródigo (Lucas 15. 11-32); Ansiosa solitude pela vida (Lucas 12.20); A ressurreição da filha de Naim; Lázaro vive (João 11. 1-4)

Sexualidade - Incesto de Amnon (2 Samuel 13); José na casa de Potifar (Gênesis 39); Do adultério (Mateus 5.27 -32); Mulher adúltera (João 8. 1-11)

Solidão – Tentação de Jesus (Mateus 4.1-11); Elias e a seca (1 Reis 17.1-7)

Vivência religiosa - Fariseu e o publicano (Lucas 18.9-14); Maria e Marta (Lucas 10.38-42)
Morte - História de Lázaro (João 11.1-46); Ressurreição da Filha de Naim (Lucas 7.11-17); “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”(Lucas 23.46)

Texto: Finitude (acompanha este documento)

Procedimentos:
Dramatização de histórias bíblicas;
Releituras de histórias bíblicas;
Trabalhos com textos, poesias, músicas e notícias;
Criação de paródias musicais a partir de histórias bíblicas;
Contextualizar as vivências com os temas propostos;
Refletir a partir de filmes;
Realizar debates sobre os temas abordados;
Rodas de conversas;
Dinâmicas diversas que estimulem o Compartilhamento de anseios, de problemas e de vivências;
Execução de projetos sociais;
Visitas a outros espaços religiosos.


Ensino Médio

Temas:
Eu comigo mesmo;
Construção da própria identidade;
Alteridade;
Voluntariado;
Vocação profissional;
Ética e cidadania nas relações;
Paz;
Gênero.

Conteúdos:
Constituição físico-psíquica-espiritual;
Características do ser humano, a relação com o transcendente e com o outro;
Eu e o outro somos nós;
Compreensão de que o ser humano foi criado para si e para o outro em uma ação coletiva;
Comprometimento dos seres humanos na construção do mundo;
O ser humano como sujeito da história e promotor da vida plena num processo contínuo de mudança de mentalidade e de transformação da sociedade;
Discussão de temas relacionados à preservação da vida: drogas, namoro, amizade, casamento, violência, morte, gravidez, DST, AIDS.

Competências e habilidades:
Ir ao encontro do outro a serviço de Deus;
Evidenciar as potencialidades e as limitações próprias do ser humano que geram tensões e desafios;
Reconhecer que crescemos na relação com o outro;
Identificar em si a responsabilidade e as possibilidades para cuidar do mundo, mantendo o sentido de interdependência;
Conhecer a visão do mundo das diferentes TRs;
Despertar para valores humanos, como: justiça, fraternidade, autenticidade, respeito, amor, solidariedade;
Fomentar as reflexões sobre as questões de gênero;
Aceitar o direito do outro de ter diferenças.




Procedimentos:
Trabalhar a cosmovisão das TRs (tradições religiosas) através dos mitos;
Apresentar trabalhos em forma de seminários;
Desenvolver projetos de ações de cidadania;
Realizar debates a partir de filmes;
Relatos de pessoas da comunidade;
Pesquisas na comunidade.

Alternativa: Desenvolvimento de Projetos sociais


Sugestões de livros para consulta, pesquisa, inspiração e planejamento das aulas

1. Tecendo a vida – Livros para o Ensino Religioso da Educação Infantil até 4ª série-Editora Sinodal
2. ALVES, Ruben. O que é Religião? Edições Loyola.
3. ALVES, Ruben. Transparências de Eternidade. Verus.
4. ALTOÉ, Adaílton; DEBONA, Aparecida. Fábulas e Parábolas – Aprendendo com a vida – 1 e 2. Paulus.
5. ARBOITTE, Elcy. Bom Dia Esperança. Ed. Gráfica Jacuí.
6. ARHAPIAGHA,Yamunisiddha. Umbanda – A Proto-Síntese Cósmica. Ed. Pensamento.
7. ARMSTRONG, Karen. Jerusalém – Uma Cidade, Três Religiões. Companhia das Letras.
8. ATTAR, Farid Ud-din. A Conferência dos Pássaros. Cultrix.
9. FLETCHER, Richard. A Cruz e o Crescente - Cristianismo e Islã de Maomé à Reforma. Nova Fronteira.
10. BAUMGARTEN, Horst. Símbolos - Um pequeno dicionário. Editora Otto Kuhr.
11. BIERLEIN, J. F..Relatos Míticos. Ediouro.
12. BITTENCOURT, José Eduardo; SOUZA, Sérgio Jeremias de. Como Fazer Dinâmicas. Ave-Maria.
13. BOFF, Leonardo. Experimentar Deus – A transparência de todas as coisas. Verus.
14. BOFF, Leonardo. Fundamentalismo. Sextante.
15. BONDER, Nilton. Sobre Deus e o Sempre. Campus.
16. BORGES, Giovana Leal. Dinâmicas de Grupo – Redescobrindo Valores. Vozes.
17. BORTOLIN, José. Tire suas Dúvidas sobre Bíblia – 159 respostas esclarecedoras. Paulus.
18. BOWKER, John. Deus, uma Breve História. Globo.
19. BOWKER, John. Para Entender as Religiões. Ática.
20. CALDWELL, Taylor. Médico de Homens e de Alma. Record.
21. CAMPBELL, Joseph. Tu és isso- Transformando a Metáfora Religiosa. Madras.
22. CARAVIAS, José Luís e Souza; BARROS, Marcelo de Barros. Coisas da Bíblia – Guia Bíblico para as Comunidades Eclesiais. Paulinas.
23. CARNIATO, Maria Inês. Coleção Ensino Religioso Fundamental.
24. CAPRA, Fritjof. O Tao da Física. Cultrix.
25. CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário dos Símbolos. José Olympio.
26. CLÉMENT, Catherine. A Viagem de Theo. Companhia das Letras.
27. CODINA, Victor. Quarenta novas Parábolas. Paulus.
28. DEBRAIS, Régis. Deus: Um Itinerário. Companhia das Letras.
29. DEMANT, Peter. O Mundo Muçulmano. Contexto.
30. ECO, Humberto; MARTINI, Carlo Maria. Em que Crêem os que não Crêem? Record.
31. ELIADE, Mircea. Mito do Eterno Retorno. Ed. Mercúrio.
32. ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Martins Fontes.
33. Ensino Religioso e Cidadania – Textos e Dinâmicas – Mundo Jovem – EDIPUCRS.
34. Ensino Religioso – Capacitação para um Novo Milênio – 12 fascículos – FONAP.
35. FARIAS, Jacir de Freitas. As Origens Apócrifas da Cristianismo. Paulinas.
36. FEILER, Bruce. Pelos Caminhos da Bíblia – Uma viagem através do Antigo Testamento. Sextante.
37. FREEMAN, Laurence. Jesus, o Mestre Interior. Martins Fontes.
38. FRANCIA, Alfonso; OVIEDO, Otília. Educar Através de Fábulas. Paulus.
39. FRANCIA, Alfonso. Educar com Fábulas. Ave-Maria.
40. FRANCIA, Alfonso. Educar com Parábolas. Ave-Maria.
41. GAARDER, Jonstein e outros. O Livro das Religiões. Cia. das Letras.
42. GONZÁLEZ, Miguel. Você não é uma Ilha – Dinâmicas de grupo. Paulinas.
43. Grandes Mestres – Sabedoria Milenar Hoje – Mercuryo
44. Histórias que Ensinam - Equipe da Missão Jovem - Mundo e Missão
45. HUXLEY, Aldous. A Filosofia Perene. Cultrix.
46. JORDACK, Dora M. Religiões do Mundo (10 livretos). Ed. BrasiLeitura / TodoLivro.
47. JUNG, Carl Gustav. Psicologia e Religião. Vozes.
48. KRISHNAMURTI, J. O Verdadeiro Objetivo da Vida. Cultrix.
49. KUCHENBECKER, Valter. O Homem e o Sagrado. Ed. da ULBRA.
50. KÜNG, Hans. Religiões do Mundo: Em Busca dos Pontos Comuns. Verus.
51. LOPES, Wilson; MAGNAVITA, Mônica. Evangelho e Saúde. Mercuryo.
52. LUBICH, Chiara. Ideal e Luz – Pensamento, espiritualidade , mundo unido. Brasiliense e Cidade Nova.
53. MACCARI, Natalia. Vivendo e Convivendo – Dinâmicas de grupo. Paulinas.
54. MAIN, John. O Dalai Lama Fala de Jesus. Ed. Fisus.
55. MARCHON, Benoit; KIEFFE, Jean François. As Grandes Religiões do Mundo. Paulinas.
56. MARITAIN, Jacques. Por um Humanismo Cristão. Paulus.
57. MÁXIMO, São. Centúrias sobre a caridade. Landy Editora.
58. MAYER, Canísio. Viver e Conviver – Dinâmicas e textos para diferentes momentos. Paulus.
59. MENSINGER, Michael. Islamismo. Ed. Otto Kuhr.
60. MILAGRO, Alfonso. Os Cinco Minutos de Deus – Meditações para todos os dias do ano. Ave Maria.
61. MILES, Jack. Cristo – Uma Crise na Vida de Deus. Companhia das Letras.
62. OLENIKI, Marilac Loraine; DALDEGAN, Viviane Mayer. Encantar. Vozes.
63. OLIVEIRA, Ivani de; MEIRELLES, Mário. Dinâmicas para Encontros de Jovens. Paulinas.
64. OLIVEIRA, Ivani de; MEIRELlES, Mário. Histórias para Encantar. Paulinas.
65. PAULY, Evaldo. Fé?! Qual é?! O Jovem e a Fé Cristã. Sinodal.
66. PRANDI, Reginado. Mitologia dos Orixás. Companhia das Letras.
67. PRENEY, Julio Marvizón. O Santo Sudário – Milagrosa Falsificação? Mercuryo.
68. RANGEL, Alexandre (Org.). As mais Belas Parábolas de Todos os Tempos. Ed. Leitura.
69. REBELLATTO, Germano. Coletânea de Mensagens – La Salle.
70. Redescobrindo o Universo Religioso – (Livro didático- Ensino Fundamental) – Vozes.
71. Revista das Religiões – O Mundo da Fé (mensal) – Editora Abril.
72. Revista Diálogo – Revista do Ensino Religioso (trimestral) – Paulinas – SP.
73. RIBEIRO, Sandra Ferreira. Ecumenismo: Simples Tolerância ou um Estilo de Vida. Cidade Nova.
74. RICHARDS, Larry. Milagre Explicado. United Press.
75. RODRIGUES, Jader; OSMANDO, José. Dinâmicas de Reflexão e Convivência. Ave-Maria.
76. SCHMITT, Eric-Emmanuel. Trilogia do Invisível (Milarepa, seu Ibraim e as Flores do Corão e Oscar e a Senhora Rosa). Nova Fronteira.
77. Sede de Deus: Orações do Judaísmo, Cristianismo e Islã . Ed. Vozes.
78. SHAKER, Arthur. A Travessia Budista da Vida e da Morte . Gryphus.
79. SILVA, João Artur Muller da (Editor). Vinte e Duas Perguntas & Respostas da Fé. Sinodal.
80. SILVA, Maria José Borges Lins e. Cantando o Amor o Ano Inteiro. Paulinas.
81. SMITH, Huston. Por que a Religião é Importante. Cultrix.
82. STOLL, Sandra. Espiritismo à Brasileira. Edusp/Orion.
83. TERRIN, Aldo Natale. Introdução ao Estudo Comparado das Religiões. Paulinas.
84. Todos os Jeitos de Crer –Moderna.
85. TOILLIER, Osvino (Org.). Cem Histórias de Vida e Sabedoria – Sinodal.
86. TOILLIER, Osvino. Trilhos e Trilhas. Sinodal.
87. TOILLIER, Osvino (Org.). Um Ohar para o Vale – 1, 2 E 3. Sinodal.
88. Uma História de Deus – Quatro Milênios de Busca do Judaísmo, Cristianismo e Islamismo – Companhia das Letras.
89. VIAN, Dom Itamar; COLOMBO, Frei Aldo. Abrindo Caminhos – Parábolas e reflexões. Paulinas.
90. Vivendo e Aprendendo –Histórias para o dia-a-dia – Equipe da Missão Jovem - Mundo e Missão.
91. VOLTAIRE. Deus e os Homens. Martins Fontes.
92. WANTUIL, Zeus. As Mesas Girantes e o Espiritismo. FEB.
93. WESCHENFELDER, Celina H. (org). Mensagens para o Ano Todo – 1 E 2. Paulinas.
94. WILGES, Irineu. Cultura Religiosa. Vozes.
95. WILKINSON, Philip. O Livro Ilustrado das Religiões. PubliFolha.
96. WITT, Maria Dirlane e outros. Confio em Ti, Senhor! – Orações para Jovens. Sinodal.
97. ZACHARIAS, Ravi. Por que Jesus é Diferente. Mundo Cristão.


Sugestão de filmes:
A Cruzada – Diferenças religiosas
Aos Treze ( Drogas)
Auto da compadecida ( religiosidade brasileira)
A Vila ( fuga da realidade)
A vida é bela- ( esperança)
Bang. Bang, você morreu ( violência na escola)
1492 -A invasão do paraíso – Invasão do Paraíso
Casamento Grego- Diferenças
Corrente do Bem – Tema: Solidariedade
Clube do imperador – Ética
Chocolate – Diferenças étnicas
Deus é brasileiro ( imanência de Deus)
Diário de adolescente- ( drogas)
Diário de uma paixão- ( amor- velhice)
Diário de motocicleta – ( construção da identidade)
Gataca- ( Bioética)
Íris ( Doença de Alzheimer)
Lutero- Reforma da Igreja
Mar adentro ( eutanásia)
Menina de Ouro ( relações inter-pessoais; morte)
Meu nome é Rádio – Inclusão
Minha vida sem mim- Morte
O jardineiro fiel- Bioética
Patch Adams- O amor é contagioso ( amor- solidriedade)
Quando um homem ama uma mulher- ( alcoolismo)
Sorriso de Monalisa – Mulher
Tráfico- ( comércio de drogas)
Tempo de recomeçar – ( reencontrar-se)
Um amor para recordar - ( ver além das experiências)

Comissão do Ensino Religioso da Rede Sinodal de Educação
P. Bertilo Schneider – C. E. M. Pastor Dohms- Porto Alegre
P. Carlito Gerber – Instituto de Educação Ivoti- Ivoti
Prof. Édio Felberg – Colégio Sinodal do Salvador - Porto Alegre
P. Júlio Adam – Instituição Evangélica Novo Hamburgo - Novo Hamburgo
Profª Marguit Goldmeyer – Rede Sinodal de Educação
Profª Marlene Ritter Büllow – C. Sinodal Barão Rio Branco - Cachoeira do Sul
P. Raul Wagner – Escola Barão do Rio Branco - Blumenau


"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com graça de um adulto e não a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair meio em vão.Depois de algum tempo, você aprende que o sol queima, se ficar a ele exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que, não importam quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo (a) de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm muita influência sobre nós, mas que nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser. Descobre que leva muito tempo para se chegar aonde está indo, mas que, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute, quando você cai, é uma das poucas pessoas que o ajudam a levantar-se. Aprende que a maturidade tem mais a ver com tipos de experiências que se teve e o que se aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais de seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes, e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.Aprende que quando está com raiva, tem direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama mais do jeito que você quer não significa que esse alguém não o ame com todas as forças, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, e que algumas vezes, você tem que aprender a perdoar a si mesmo.E que, com a mesma severidade com que julga, será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára, para que você junte seus cacos. Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar para trás.Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende realmente que pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir mais longe, depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor diante da vida "
William Shakespeare
"Há quem diga que todas as noites são de sonhos.Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão.Mas no fundo isso não tem muita importância.O que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos.Sonhos que o homem sonha sempre.Em todos os lugares, em todas as épocas do ano,dormindo ou acordado."
(Shakespeare)

Álbuns da web do Picasa - LIVROS - LIVROS

Álbuns da web do Picasa - LIVROS - LIVROS

CULINÁRIA DOS CONTOS DE FADAS...

RÔ ESTA POSTAGEM É ESPECIAL PARA VOCÊ... CONTE A HISTÓRIA E FAÇA O FECHAMENTO JUNTO COM A PROFESSORA NA AULA DE CULINÁRIA....BEIJOS.

Cozinhar não é apenas gostoso, não é apenas lúdico: é também educativo

Cozinhar não é apenas gostoso, não é apenas lúdico: é também educativo.As crianças aprendem muito quando cozinham, desenvolvendo conceitos em muitas áreas, como linguagem, artes, ciências, saúde, segurança e matemática.A atividade favorece o relacionamento entre o grupo, criando oportunidades para as crianças conversarem, trocarem experiências e conhecerem mais sobre si mesmas e seus colegas.

Gelatina Arco-íris(O Mágico de Oz)

Ingredientes:
3 pacotes de gelatina de cores e sabores variados água
1 pacote de gelatina sem sabor
1 lata de leite condensado


Preparo:Faça as gelatinas de sabores e cores diferentes conforme a instrução do fabricante.Coloque para gelar em pratos fundos - sem misturar as gelatinas, é claro.Após endurecer, retire da geladeira e corte em cubos pequenos. Reserve em uma travessa.Peque um envelope de gelatina sem sabor e dissolva com uma xícara de água morna. No liquidificador, bata a gelatina sem sabor já dissolvida com uma lata de leite condensado. Bata bem, até ficar parecido com uma mousse.Escolha uma vasilha bem bonita e misture, com cuidado, todos os cubinhos de gelatina colorida com o creme. Leve novamente à geladeira. Quando o creme endurecer vai estar pronto para comer.


Bolinhos de nuvem da Cinderela(Cinderela)
Ingredientes:
1/2 colher de sopa de óleo
1 colher de farinha de trigo
3 ovos (só vamos usar as claras mas guarde as gemas!)1
xícara de açúcar
Preparo:Unte uma assadeira usando meia colher de sopa de óleo.Espalhe bem o óleo com os dedos, sem deixar empapar nos cantos.Polvilhe farinha de trigo sobre a assadeira formando uma fina camada. É para seus bolinhos de nuvem não grudarem no fundo dela, depois de prontos.Acenda o forno em fogo médio e deixe aquecendo.Bata as claras de três ovos, até ficarem brancas como nuvens e firmes como neve.Junte às claras uma xícara de açúcar aos pouquinhos, e vá mexendo suavemente com uma colher de pau.Depois de misturar bem, faça pequenos flocos de nuvem sobre a assadeira, com ajuda de uma colher.Leve ao forno por 40 minutos, ou um pouco mais, até que estejam assados.Está pronto! É só deixar esfriar e, depois, comer.


Torta Preguiçosa do Macaco Simão(O macaco e a velha)
Ingredientes:
1 1/2 xícara grande de maizena -
1 1/2 xícara grande de farinha de trigo -
1 colher grande de pó Royal -
2 xícaras grandes de açúcar -
1 xícara grande de margarina -
12 bananas nanicas bem grandes -
3 ovos, separados -
1 xícara grande bem cheia de leite -
pitada de sal -
canela em pó.
Preparo:Misture a maizena, farinha de trigo, fermento, açúcar, sal e margarina. Faça uma farofa, misturando mais com os dedos. Unte o tabuleiro médio e espalhe a terça parte da farofa. Cubra com fatias finas de banana. Polvilhe canela em pó. Mais farofa, mais banana, mais farofa e canela. Para terminar, coloque bolinhas de margarina aqui e ali.Por fim, bata as claras em neve, junte as gemas, o leite e despeje com cuidado sobre as camadas. Polvilhe canela e leve ao forno para assar.Sirva quente ou frio.

Vitamina de Banana
2 bananas picadas em rodelas
1 colher de sopa de mel
1 colher de sopa de aveia
1/2 copo de leite
Coloque as rodelas de banana no liquidificador.Acrescente o mel, a aveia, o leite e bata.



Maçã do Amor(Branca de Neve e os sete anões)
Calda:
3 xícaras grandes de açúcar refinado
1 xícara grande de água -
1 xícara pequena de vinagre de vinho branco.Coloque o açúcar, a água e o vinagre na panela, misture bem com a colher de pau.Leve ao fogo baixo e não mexa mais. (para não açucarar)Deixe ferver até ficar marrom claro.Retire a panela do fogo, mergulhe as maçãs na calda, ligeiramente, e coloque fincadas no isopor.As maçãs devem ser lavadas e secas antes de serem mergulhadas na calda.Brigadeiro(Festa no Céu)
1 lata de leite moça
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de chocolate granulado manteiga para untar
Preparo:Começando a receita: em uma panela coloque o leite condensado, a manteiga e o chocolate. Peça ajuda para um adulto para abrir a lata de leite condensado.Produção: misture bem e leve ao fogo baixo, mexendo bem até soltar do fundo da panela. Tenha sempre um adulto ao lado para mexer no fogão.Finalizando: retire do fogo, coloque num prato untado e deixe esfriar. Quando estiver frio, enrole dando formato de bolinhas. Coloque manteiga nas mãos para não grudar e passe no chocolate granulado.

Biscoitinhos do Céu
Massa:
2 xícaras de farinha de trigo
150g de margarina
8 colheres de sopa de açúcar
2 gemas misturadas com
1 colher (sopa) de leite e
1 colher (chá) de essências de baunilha
Cobertura:1 clara bem misturada com a xícara (chá) de açúcar de confeiteiro, confeitos colorido para enfeitarPreparo:Coloque os ingredientes em uma tigela média. Amasse com as pontas dos dedos até formar uma bola.Embrulhe com filme plástico e deixe na geladeira por 30 minutos.Abra a massa e recorte com forminhas em formato de lua e estrelas.passe os biscoitinhos para uma assadeira untada e leve ao forno por 12min. Retire do forno e depois de esfriar um pouco, passe a cobertura e decore.

Bolo Bela Adormecida( A bela adormecida)
Bata no liquidificador
3 cenouras de tamanho médio, lavadas, raspadas e picadas,
1 1/2 xícara grande de óleo -
5 ovos inteiros.
Retire do liquidificador para uma vasilha funda e acrescente 2 1/2 xícaras grandes de açúcar (rasas) - 3 xícaras grandes de farinha de trigo - 1 colher grande (rasa) de pó Royal - pitada de sal.Preparo:Misture bem com uma colher de pau até abrir bolhas. Leve a assar em forma untada e enfarinhada, em forno quente.
Cobertura: Misture em uma tigela os seguintes ingredientes e depois aplique no bolo. Não é necessário ir ao fogo.1 xícara grande de açúcar - 1/2 xícara grande de Nescau - 1 colher grande de margarina - 5 colheres grandes de leite - gotas de essência de baunilha.

Sonhos
2 colheres (sopa) de açúcar
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
3 ovos
1 pitada de sal
Bater as claras em neve.Juntar o sal,a farinha,o fermento,o açúcar e as gemas uma a uma.Amoleça levemente a massa com um pouco de leite.Misturar e amassar bem.Fritar as colheradas em óleo bem quente.Servir polvilhados com canela e açúcar.

BEM NASCIDO
massa:
6 ovos inteiros
6 colheres (sopa) de açúcar
14 colheres (sopa) de farinha de trigo
1/2 colher (café) de fermento em pó
recheio:1/2 kg de doce de leite calda:1/2 xícara de água morna2 xícaras de açúcar Bater os ovos com o açúcar por aproximadamente 15 min.,até que a massa fique homogênea e bem aerada.Misturar delicadamente o fermento à massa,por no máximo,1 min..Em seguida,acrescentar a farinha peneirada.Untar uma fôrma com manteiga e farinha de trigo.Fazer pequenos bolinhos com a ajuda de uma colher de sobremesa e deixar assar por 3 min.Unir cada dois bolinhos,utilizando o doce de leite,como recheio.Mergulhar rapidamente os bolinhos na calda,com a ajuda de um garfo.Deixar escorrer em uma grade.Depois de prontos,passar em açúcar
.


Frapê da Princesa(A princesa e o sapo)
1 lata de leite condensado -
4 xícaras grandes de guaraná -
6 colheres grandes de suco de limão - pedras de gelo picado.Preparo:Bata todos os ingredientes no liquidificador em duas vezes, ligando e desligando para dissolver bem o gelo.Sirva a seguir.


Biscoitinhos Reais
Ingredientes:
3 gemas
700g de manteiga em temperatura ambiente
7 colheres de sopa de açúcar
700g de farinha de trigo
Preparo:Bater na batedeira, as gemas com o açúcar, juntar a manteiga e a farinha.Amassar com as mãos dando o formato que quiser, neste caso, de príncipes e princesas.Leve ao forno até começarem a dourar.

Queijo Minas Frescal
(O Ratinho do Campo e o Ratinho da Cidade)(O leão e o ratinho)
Ingredientes:
5 litros de leite
2 colheres (sopa) cheias de iogurte natural
1 colher (sopa) de coalho líquido1 forma para queijo
Preparo:Aqueça o leite em uma panela grande, durante alguns minutos, até que fique morno.Na panela, coloque o iogurte dissolvido em um pouco de leite e mexa bem.Junte o coalho dissolvido em um pouco de água.Cubra a panela por cerca de 40 minutos, para que ocorra a coagulação.Escorra o soro com a ajuda de uma peneira.Passe a parte sólida para a forma de queijo. Espalhe um pouquinho de sal sobre a massa. não misture. O soro que escorre pelo fundo da forma o faz penetrar.Coloque a forma em um prato fundo e deixe o queijo na geladeira até o dia seguinte.


Bolo de Cenoura Quero Mais(A lebre e a tartaruga)
Ingredientes:
3 cenouras médias
1 xícara de óleo de milho
3 ovos
3 xícaras de farinha de trigo
3 xícaras de açúcar
Cobertura:2 colheres (sopa) de chocolate em pó2 colheres (sopa) de margarina2 colheres (sopa) de açúcar1/2 xícara de leite
Preparo:Bata no liquidificador, os ovos, o óleo, as cenouras e o açúcar, por 5 minutos.Passe a massa para uma tigela e acrescente aos poucos a farinha e o fermento, misturando bem com uma colher de pau.Despeje na forma


Pão de Minuto (recheado com goiabada)(Chapeuzinho Vermelho)
Ingredientes:
Massa:
3 xícaras de chá de farinha de trigo
2 colheres de sopa de fermento
4 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de sal
2 colheres de sopa de margarina
1 ovo
1 xícara de chá de leite
Recheio:

Goiabada Preparo:Corte a goiabada em cubos médios; mais ou menos 10 unidades.Em uma vasilha, coloque todos os ingredientes. Trabalhe pouco a massa, o suficiente apenas para misturar os ingredientes. Caso ela fique pegajosa, acrescente um pouco mais de farinha.Retire porções de uma colher de sopa cheia de massa e faça bolotas com elas. Com o dedo indicador, faça um buraco e coloque um quadradinho de goiabada. Feche, formando a bolota novamente.Coloque os pãezinhos em uma forma untada com manteiga. Achate um pouco cada um com a palma da mão. Leve ao forno médio ( 180° ) .Obs: estes pãezinhos ficam bem clarinhos; não espere dourar por cima!

Pão de Milho(A Galinha Ruiva)
2 tabletes de fermento para pão
½ k de farinha de trigo
4 colheres de manteiga amolecida
2 ovos
1 lata de leite condensado
200g de fubá ou farinha de milho peneirada
Em uma tigela, dissolva o fermento em meia xícara de água morna. Junte meia xícara de farinha de trigo, formando um mingau e deixe crescer, coberto por 20 minutos. Acrescente a manteiga, o sal e os ovos. Misture bem. Adicione o leite condensado, o fubá e volte a mexer. Por último, junte a farinha, somente o suficiente para obter uma massa macia. Amasse a massa com o punho e divida-a ao meio. Dê o formato de broa e deixe os dois pães crescerem em assadeiras untadas, até dobrarem de volume. Asse em forno pré-aquecido em temperatura moderada (170°) por 40 minutos.


Bolachas de Leite de Cabra(O lobo e os sete cabritinhos)
Ingredientes:
½ xícara de chá de leite de cabra
4 colheres de sopa de margarina
1 pitada de sal
½ xícara de chá de açúcar
3 xícaras de chá de farinha de trigo
½ colher de sopa de fermento em pó
Preparo:Peneire juntos a farinha de trigo, o açúcar, o sal e o fermento em pó.Junte o leite e a margarina e deixe a massa descansar por 30 minutos.Abra a massa bem fina com o rolo e corte em círculos usando a boca de um copo. Asse em forno médio.


Torta de Ervilha(A princesa e a ervilha)
Massa:
12 colheres de sopa de leite
1 xícara de óleo
1 xícara de queijo ralado
1 colher de sopa de fermento em pó
2 ovos
sal a gosto
Bata todos os ingredientes no liquidificador e coloque numa assadeira.Recheio:1 lata de ervilha½ cebola picada1 tomate picado1 dente de alho picadosalsinha a gostoMisture tudo e despeje sobre a massa. Coloque para assar até começar a dourar ou até que, espetando um palito, ele saia limpo.


Rapunzel´s Salad(Rapunzel)
Ingredientes:
1 maço de rabanete
1maço de rúcula
1 pé de alface americano
1 manga
1 pacote de tomate cereja
1 pacote de bata palha
Molho:Vinagre balsâmico
Mel
Mostarda


Bolo de casca de banana(...que eu vou para Angola)
INGREDIENTES:
MASSA:·
3 xícaras de farinha de rosca ·
4 cascas de banana nanica ·
1 colher de sopa de pó Royal ·
2 ovos ·
2 colheres de sopa de margarina ·
3 xícaras de açúcar ·
2 xícaras de leite
COBERTURA:·4 bananas nanica ·½ xícara de açúcar ·½ limão
PREPARO DA MASSA:Lave as bananas e descasque. Separe 4 xícaras de casca para fazer a massa. Bata as claras em neve e reserve na geladeira.Bata as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana no liquidificador.Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente farinha de rosca. Mexa bem.Por último misture delicadamente as claras em neve e o fermento.Despeje em uma assadeira untada com margarina e farinha de trigo e leve ao forno médio pré-aquecido por aproximadamente 40 minutos.
PREPARO DA COBERTURA:Queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.


Pão Caseiro(O pequeno polegar)
1 kg de farinha de trigo
3 ovos inteiros
1 colher de sopa de açúcar
1 xícara de óleo
50 g de fermento biológico sal a gosto
Preparo:Desmanche o fermento em 2 xícaras de chá de água morna. amasse todos os ingredientes muito bem e deixe descansar até a massa dobrar de tamanho.Faça os pães, coloque na assadeira e coloque 1 bolina de massa num copo de água. Quando a bolinha subir, leve os pães para assar em fogo médio.


Panqueca(Os músicos de Bremen)
1 xícara de leite
1 ovo
1 xícara de farinha de trigo
sal a gosto
Bater no liquidificador todos os ingredientes.


Palitos de Queijo(O flautista mágico)
Ingredientes:
3 xícaras de farinha de trigo
2 pacotes de queijo ralado
1 colher de sobremesa de sal
2 xícaras de margarina1/2 xícara de leite
2 gemas
1/2 lata de creme de leite
1 colher (sopa) de fermento
Preparo:Misture todos os ingredientes até a massa soltar da mão.Levar a massa à geladeira para descansar por 10 minutos.Depois, fazer os biscoitos e colocá-los em forma untada com manteiga e farinha. assar em forno médio por 20 ou 30 minutos.


Barquetes do Soldadinho(O soldadinho de chumbo)
Ingredientes:
1 pacote de barquetes
1 lata de atum
100g de manteiga
1 gema de ovo cozido
suco de limão Preparo:Coloque o atum numa tigela juntamente com a gema.Acrescente a manteiga e vá amassando até que os ingredientes estejam bem ligados.Junte algumas gotas de limão.Com uma colher, vá recheado as barquetes.Enfeite com pedacinhos de ovos cozidos, ervilhas e pedacinhos de azeitona.


Bolo Formigueiro(A Cigarra e a Formiga)
Ingredientes:
6 colheres (sopa) de margarina
2 xícaras de açúcar
4 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de leite
100g de coco ralado
200g de chocolate granulado
1 colher (sopa) fermento em pó Preparo:Bata as claras em neve firme e reserve.Bata bem a margarina com o açúcar até obter um creme fofo. Adicione as gemas, uma a uma batendo sem parar e colocando o restante dos ingredientes.Coloque a massa em forma untada e leve ao forno por aproximadamente 30 minutos.

Mingau dos Ursos(Cachinhos dourados)
Ingredientes:
2 xícaras de leite
4 colheres de (sopa) de aveia em flocos finos
3 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sobremesa) de essência de baunilha1 colher (chá) de manteiga sem sal
1 colher (chá) de maisena
Preparo:Dilua a maisena numa pequena quantidade de leite. Coloque o leite com a maisena, o leite restante, a aveia e o açúcar numa panela e leve ao fogo baixo para cozinhar.Mexa até ferver, cozinhando por 10 minutos ou até que comece a encorpar, sem parar de mexer.Retire do fogo, acrescente a manteiga, a essência de baunilha e mexa bem.Sirva a seguir

Pães Divertidos(Os três porquinhos)
Ingredientes:
25 g de fermento fresco
1/4 de xícara de água morna
1/2 xícara de leite morno
1/5 colher de sopa de açúcar
500g de farinha de trigo
60g de margarina
2 ovos
15g de sal e passas para os olhos.
Preparo:Dissolva o fermento com a água e um pouco do leite. Deixe fermentar.Faça um monte com a farinha e o sal. Faça um buraco no meio e vá misturando os ovos, a margarina e o restante do leite. Por último, misture o fermento. Amasse bem durante 15 minutos, faça uma bola uniforme e deixe descansar até que dobre de volume.Amasse muito bem e estique a massa com 2 cm de espessura. Corte as carinhas com 10cm de diâmetro. Para o nariz utilize uma bolinha de massa e para as orelhas um círculo de 3 cm de diâmetro dividido em 2 partes (uma para cada orelha). Coloque uma passa para cada olho. Pincele com gema e leve ao forno médio por 20 ou 30 minutos.


Carinha divertidas(Pinoquio)Ingredientes:
Massa:
500g de farinha
250g de margarina
150g açúcar
2 gemas
3 colheres de sopa de água
Creme: 1 clara200g de açúcar de confeiteirocorantes alimentícios de cores diversasconfeitos coloridosPreparo:Misture em uma tigela a farinha e o açúcar. Incorpore a margarina e misture com as mãos até obter uma massa granulada. Incorpore a esta mistura as gemas e a água até obter uma massa homogênea. Deixe descansar na geladeira por 30 min.Abra a massa e corte com uma forminha redonda de 3cm de diâmetro. Leve ao forno a 180º por cerca de 10 minutos. Retire e deixe esfriar.Cobertura:Misture as claras e o açúcar de confeiteiro até obter um crede liso.Divida em várias partes e acrescente a anilina colorida, obtendo creme de várias cores.Passar a cobertura nos biscoitos e enfeitar com os confeitos coloridos.


Bolachinhas Pirulito(João e Maria)
Ingredientes:
4 gemas
250g de açúcar de confeiteiro
250g de manteiga em temperatura ambiente
1 colhes de café de anilina vermelha
1 colher de café de anilina amarela
500g de farinha de trigo
1 colhes (chá) de pó royal (fermento químico)ovo para pintar palitos de sorvete
Preparo:Coloque em um recipiente 2 gemas, a metade do açúcar e a metade da manteiga. Coloque em outro recipiente a metade restante dos ingredientes.Acrescente anilina vermelha em um e anilina amarela em outro recipiente. Bata até obter uma massa homogenia.


Pão de Minuto(O gato de Botas)
Ingredientes:
4 1/2 xícaras de farinha de trigo
4 ovos inteiros
4 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de fermento em pó
1/2 colher (sopa) de sal
Preparo:Colocar a farinha em uma tigela e fazer uma cova no meio, onde serão colocados todos os ingredientes. Amassar até soltar das mãos. Fazer bolinhas. Pincelar cada uma com gema e colocá-las para assar. Untar a forma com farinha. Leve ao forno por cerca de 15 minutos.


Bombom de Mosca(O alfaiate Valente)
Ingredientes:
1 lata de leite em pó
1 lata de leite condensado
1 lata de achocolatado
Uva passa e cravos para decorar (asas e olhos respectivamente)Preparo:Misture bem todos os ingredientes até formar bolas que não desmanchem.


Docinhos de Casamento(O casamento da dona Baratinha)
Brigadeiro
1 lata de leite condensado
4 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de manteiga
1 pacote de chocolate granulado
Preparo:Colocar os ingredientes em uma panela e levar ao fogo. Mexer até que solte do fundo. Deixar esfriar, fazer bolinhas e passar no chocolate granulado.


Brigadeiro de morango (Bicho de pé)Ingredientes:1 lata de leite condensado1 pacote de gelatina de morango1 colher (sopa) de manteigaPreparo:Colocar os ingredientes em uma panela e levar ao fogo. Mexer até que solte do fundo. Deixar esfriar, fazer bolinhas e passar no açúcar.

junho 15, 2009

ARTE COM PREGADORES...IMPERDÍVEL!!!










































































































PROJETO

"O EU CRIANÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL"

Délia Ladeia

OBJETIVO GERAL

Possibilitar a construção da identidade da criança a partir das relações sócio-histórico-culturais, de forma autêntica, consciente e contextualizada.

JUSTIFICATIVA

Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil:


A criança, como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e faz parte de uma organização familiar que está inscrita em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado momento histórico. É profundamente marcada pelo meio social em que se desenvolve, mas também o marca...

As crianças pensam o mundo de um jeito especial e muito próprio. É a partir das relações que estabelecem com a realidade em que vivem, com o meio familiar e com as pessoas com quem necessitam se relacionar no cotidiano que elas passam a “ler” e compreender o mundo. Cabe à Educação facilitar essa “leitura” e compreensão, possibilitando, no processo inicial de escolarização, o reconhecimento, pela criança, da sua própria história de vida. É desejável resgatar a importância das suas ações e atitudes no processo de construção da história da humanidade, estimulando sempre a sua auto-estima.

Daí o Projeto Identidade: O Eu Criança na Educação Infantil para propor atividades que sejam próprias do mundo lúdico e do imaginário da criança e que colaborem para a formação de uma identidade autêntica e respaldada em valores éticos necessários ao cidadão consciente do seu papel na construção da sua história e da história do outro.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS


Resgatar a história de vida do aluno, tendo como fator primordial a elevação da sua auto-estima, possibilitando que ele se identifique como sujeito da história.
Identificar e reconhecer aspectos que o caracterizam no grupo ao qual pertence (características físicas e culturais, hábitos, costumes e valores).
Fazer o aluno reconhecer a existência de diferentes modos de ser e viver, tanto na sociedade em que vive (diferenças étnicas, sociais, religiosas, de gênero) como em outras culturas (comunidades indígenas, por exemplo).
Fazer o aluno reconhecer-se como sujeito nas relações de estudo, consumo, trabalho e lazer que são estabelecidas no espaço em que vive.
Promover a compreensão dos diferentes tipos de relações, harmoniosas ou conflitantes, na família, no trabalho, na produção e nas trocas.
Fazer o aluno conhecer a própria história e a história da família, sentindo-se participante dela.
Promover a compreensão da história como um processo que se constrói a partir das relações estabelecidas pelas pessoas, no tempo e no espaço.



PROCEDIMENTOS


Propor sistematicamente brincadeiras em grupos, integrando os alunos através de conversa em rodinhas, a fim de possibilitar o conhecimento e a aproximação das crianças. Organizar atividades individuais como criação e confecção de crachás, a partir de desenho e cartaz para a identificação do aluno.
Trabalhar a percepção do corpo a partir de observações sistemáticas, no espelho, do rosto, dos cabelos, das partes do corpo, da altura, etc.
Estabelecer observações em duplas acerca das diferenças e semelhanças entre os demais colegas, buscando construir o conceito do eu e do outro.
Fazer gráficos de altura com tiras de jornal, após as observações no espelho, procurando estabelecer as diferenças e as semelhanças de tamanho entre as crianças.
Trabalhar os sentidos: sensibilidade nas mãos (tato), visão, audição, olfato e paladar.
Fazer um desenho de corpo inteiro, incentivando a criança a reproduzir a sua auto-imagem; para isso, disponibilizar a ela diversos materiais como tinta, pincéis, papel colorido, botões, etc.
Promover momentos para que o aluno observe seu próprio espaço:

Na classe: nomear todos os objetos e móveis ali presentes, medir a sala com fitas de jornal, fazer a maquete da sala de aula com caixas de sapatos e outros materiais.
Na escola: passear pelas suas dependências; conhecer funcionários; pesquisar a história da escola; trabalhar com o nome da escola, com suas origens históricas; desenhar a planta baixa da quadra, com a ajuda das crianças; investigar o quarteirão em que se situa e o nome das ruas próximas; realizar um reconhecimento do bairro, fazendo visitas às casas comerciais, praças, casas de moradores e outros lugares.
Na rua onde mora: fazer um reconhecimento das casas vizinhas (lados esquerdo e direito, frente e fundo); visitar pontos comerciais, tais como padarias, farmácias, vendas, açougues (aproveitar e discutir as profissões e respectivas atividades econômicas desenvolvidas na rua e na família); realizar um reconhecimento das árvores frutíferas no quintal de casa.

Ao longo do desenvolvimento do projeto, é interessante que o professor proporcione momentos com jogos para que melhor se desenvolva a função simbólica das crianças. Assim, brincadeiras de casinhas, representações de papéis como o de pai, mãe, bebê, filho, tia, avô, avó, professora, padeiro, açougueiro, médico... são sempre muito bem-vindas. A organização do baú com roupas e adereços dá um toque fantástico no desenvolvimento dessa atividade.

Por outro lado, a conversa na roda pode proporcionar condições para que os alunos se sintam sujeitos do espaço, da história e das relações do grupo. Nessas conversas, é importante influir, para que cada resposta das crianças oportunize novas perguntas, estabelecendo-se assim um diálogo, aspecto importante na visão sócio-histórica. A seguir, algumas sugestões de perguntas:


Como é formada sua família? É grande ou pequena?
Seu pai trabalha? Sua mãe? Seus irmãos? Em quê?
Eles gostam do que fazem? Por quê?
Recebem muito ou pouco dinheiro? Quanto?
O que sua família faz com esse dinheiro?
O que é preciso para trabalhar?
Criança deve trabalhar? Por quê? Em quê?


Reconstrução da história do aluno, da escola e do bairro, ajudando-o a compreender que essas histórias podem ocorrer simultaneamente, com uma série de relações entre si.
Organização de mural de fotografias, após as pesquisas e excursões.
Construção da linha do tempo e do livro da vida. Obs.: solicitar a ajuda dos pais para realizar essas atividades.
Criação de situações para que os alunos discutam, comparem e troquem dados referentes às pesquisas realizadas.
Organização de encontros com a presença de membros da família, para que contem suas histórias, assim como as do bairro e da rua.
Leitura para as crianças; ler junto com elas: disponibilizar vários livros, possibilitando que as crianças escolham e comentem sobre sua leitura.



AVALIAÇÃO

É necessário que a avaliação seja sistemática e que, em todos os momentos do projeto, os desempenhos, as dificuldades e os avanços encontrados sejam registrados, a fim de aprimorar as etapas posteriores.

Cada professor deverá criar uma ficha de avaliação com todas as atividades a serem realizadas, observando o desenvolvimento individual da criança e da turma em geral. Os resultados servirão de ajuda ao processo educativo, fornecendo ao professor elementos que permitirão identificar os conhecimentos prévios das crianças e as condições em que se promoveram avanços na construção do conhecimento.

CRONOGRAMA

Este projeto foi uma elaboração coletiva. Em qualquer caso, recomenda-se que cada unidade escolar organize as atividades a partir do seu tempo e espaço, de modo que o Projeto Identidade tenha o formato e as características próprias da clientela com a qual será desenvolvido. Cabe aqui uma consideração importante acerca do tempo na Educação Infantil: os ritmos de produção nessa etapa são muito diferenciados, e a ansiedade do professor em executar atividades propostas, em um cronograma rígido, poderá ser improdutiva.

É importante o respeito à diversidade e à individualidade das crianças, que, nessa etapa, apresentam diferenciações significativas entre o tempo biológico (a hora de descanso, lanche, etc.), o tempo psicológico (que marca a individualidade, a singularidade, a história de vida pessoal) e o tempo cronológico (aquele do relógio, do compromisso, da hora marcada).

Recomenda-se, entretanto, que, de acordo com a realidade de cada escola, esse projeto seja realizado no primeiro semestre, para que possa ser o fio condutor no desenvolvimento de outros conteúdos e temas a serem trabalhados no decorrer do ano letivo.


DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

O desenvolvimento cognitivo é processo interno, mas pode ser observado e "medido" através das ações e verbalização da criança. Envolve : O processo de pensamento incluindo as seguintes capacidades:

Compreensão de fatos que ocorrem a sua volta;
percepção de si mesmo e do ambiente;
percepção de semelhanças e diferenças;
memória;
execução de ordens;
compreensão de conceitos de cor;
compreensão de conceitos de forma;
compreensão de tamanho;
compreensão de espaço;
aquisição de conceitos e o estabelecimento de relações entre fatos e conceitos;
compreensão de tempo e a relação dos conceitos entre si.


Idade : 5 a 6 anos

- Desenha gravuras simples
- casa, homem, árvore.
- Recorta e cola formas simples.
- Copia letras maiúsculas, grandes, isoladas em qualquer lugar do papel.
- Capaz de copiar letras pequenas.
- Escreve o seu nome.
- Colore obedecendo contornos.
- Capaz de cortar gravura de revista sem sair muito do contorno.
- Copia desenhos complexos.



O sucesso começa em casa

“Conversar com o(a) seu(a) filho(a) é um bom começo.
Ouvir o problema é meio caminho para se chegar a uma solução satisfatória.
É recomendável ter um tempo disponível para contar ao seu(a) filho(a) as histórias da família. Conhecer as histórias dos antepassados estreitar os laços de amizade e a confiança entre pais e filhos.
Ajudar o(a) seu(a) filho(a) a organizar um horário para o estudo.

Quem organiza o próprio tempo, tem mais chances de aprender. Isto ajuda na concentração.
Arrumar um espaço adequado para seu(a) filho(a) estudar. Não precisa ser grande, mas deve ser tranquilo.
As crianças adoram assistir à televisão, mas isso não deve ser exagerado. Televisão demais toma o valioso tempo destinado à leitura. Estimule o(a) seu(a) filho(a) a utilizar a biblioteca da escola e da cidade.
Elogiar e estimular os avanços do(a) seu(a) filho(a) é uma ótima maneira de demonstrar seu interesse pelos estudos dele(a).
Estudar e brincar são duas ações importantes, mas é preciso ajudar o(a) seu(a) filho(a) a dividir bem o tempo dele(a).
Conversar com os professores e participar das reuniões da escola é encontrar aliados para o sucesso escolar de seu(a) filho(a).
Envolver os filhos na organização da casa, torna-os mais responsáveis: lista de compras, anotações sobre as despesas de casa, bilhetes e recados são coisas que seu(a) filho(a) pode fazer.
Conhecer e atrair os amigos de seu(a) filho(a) é um bom começo para organizar grupos de estudos e tornar a aprendizagem dele(a) mais interessante.
Não ameaçar nem amedrontar, e jamais bater no seu(a) filho(a), porque o rendimento escolar não anda bem. Apoiá-lo(a) e ajudá-lo(a) nas dificuldades é a melhor solução.
Beijar e abraçar seu(a) filho(a) quando este for para a escola, e recebê-lo(a) sempre de braços abertos.
Com hábitos simples que podem ser aplicados desde cedo em casa ou na escola, você pode resolver um dos maiores problemas entre os jovens: O Hábito da Leitura.
A coisa mais simples e também a mais importante que os adultos podem fazer para ajudar as crianças na fase da Pré ou Alfabetização, a criarem o hábito de buscarem o conhecimento do qual elas irão precisar, para serem bem sucedidas na vida pessoal e profissional, é simplesmente ler alto para elas, começando com isto desde cedo.
A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto-suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.
Veja a seguir, As nove pequenas coisas que os pais, avós, professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer par auxiliar as crianças a aprenderem e a criar o gosto pela leitura.

1. Leia em Voz Alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo.A ideia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.

2. Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.

3. Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. “Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?”

4. Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.

5. Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então comece a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: “Vamos descobrir o que isto significa?”

6. Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc., estejam sempre disponíveis e a vista de todos.

7. Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.

8. Visite com frequência uma Biblioteca. Comece fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros da biblioteca. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.

9. Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho

junho 04, 2009

EDUCAÇÃO INFANTIL



OLHA QUE IDEIA BÁRBARA PARA ENSINAR AOS PEQUENOS COMO ESCOVAR OS DENTES.
COMO SUGESTÃO: A ESCOVA PODE SER AQUELA QUE COMPRAMOS PARA TOMAR BANHO, E A PASTA DE DENTE PODE SER DETERGENTE LÍQUIDO.

VALE INCREMENTAR COM UMA HISTÓRINHA BEM LEGAL.
DENTINHOS LIMPINHOS.

ERA UMA VEZ DENTINHOS DE LEITE QUE SOFRIAM MUITO COM O ATAQUE DAS BACTÉRIAS DEPOIS DE CADA REFEIÇÃO.ISSO PORQUE O GAROTO, DONO DA BOCA ONDE OS DENTINHOS MORAVAM, SEMPRE ESQUECIA DE ESCOVAR OS DENTES.
NÃO TINHA PARA NINGUÉM:AS BACTÉRIAS VINHAM COM TUDO, AJUDADAS PELOS RESTOS DE ALIMENTOS QUE FICAVAM ENTRE OS DENTES, DANDO A MAIOR FORÇA PARA AS CÁRIES.
- SOCOOOORRO!!!!
OUVINDO O CHAMADO DESESPERADO DOS DENTINHOS, A PASTA DE DENTE PULOU EM CIMA DA ESCOVA E GRITOU AINDA MAIS ALTO:
LÁ VAMOS NÓÓÓÓÓS!E VOARAM PARA A BOCA PARA SOCORRER OS CHORÕES.PULANDO CORDA, VEIO A FITA DENTAL.ENFIOU-SE ENTRE OS DENTES, DANDO UM "CHEGA PARA LÁ" NOS RESTINHOS DE COMIDA.
QUEM NOS AJUDA?PASTA DE DENTE, ESCOVA, FIO OU FITA DENTAL:ESSE É O BATALHÃO DA HIGIENE BUCAL EM AÇÃO, EM MAIS UMA MISSÃO DIÁRIA IMPORTANTE.
ELES FIZERAM SEU TRABALHO, EXPULSARAM AS BACTÉRIAS E EVITARAM, MAIS UMA VEZ, QUE OS DENTES FOSSEM ATACADOS. FIM.PARA QUE SERVE:ESCOVA DE DENTE:AJUDA A RETIRAR OS RESTOS DE COMIDA QUE FICAM PRESOS NOS DENTES.VOCÊ PODE ESCOLHER UM DAQUELES MODELOS BEM INCREMENTADOS, COLORIDOS.
MAS FIQUE LIGADO, PORQUE NÃO ADIANTA SER APENAS BONITA.A ESCOVA TEM QUE SER TAMBÉM EFICIENTE, COM TAMANHO ADEQUADO PARA SUA BOCA E CERDAS MACIAS PARA LIMPAR SEM MACHUCAR.SEU DENTISTA PODE ORIENTAR VOCÊ A ESCOLHER A MELHOR ESCOVA.QUANDO AS SUAS ESCOVAS FICAREM DESCABELADAS É HORA DE TROCAR POR UMA NOVINHA TEMOS QUE SUBSTITUÍ-LA RAPIDINHO.A PASTA DE DENTE: GARANTE A LIMPEZA DA BOCA AO RETIRAR A PLACA BACTERIANA, ALÉM DE CONTER FLÚOR, UMA SUBSTÂNCIA QUE TORNA OS DENTES MAIS RESISTENTES .
MAS NADA DE EXAGERO!BASTA UMA PEQUENA QUANTIDADE ( UMA BOLINHA DO TAMANHO DE UMA ERVILHA ).E NO FINAL DA ESCOVAÇÃO CUSPA TUDO FORA, NÃO ENGULA NADA.PASTA DE DENTE É PARA LIMPAR, NÃO PARA ALIMENTAR.FIO OU FITA DENTAL:DEVE SER USADA PELO MENOS UMA VEZ POR DIA. MAGRINHA E FININHA DAQUELE JEITO, A FITA DENTAL CONSEGUE CHEGAR ONDE A ESCOVA NÃO ALCANÇA, COMPLETANDO O SERVIÇO.ESCOVA PRA CÁ, ESCOVA PRA LÁ EXÉRCITO A POSTOS?VAMOS AO ATAQUE:É PRECISO PERCORRER TODO O TERRITÓRIO COM A ESCOVA.VOCÊ NÃO QUER DEIXAR NENHUMA ÁREA DESPROTEGIDA, NÃO É?
ESCOVE OS DENTES TANTO NA PARTE DE FORA QUANTO NA PARTE DE DENTRO, TANTO OS DA FRENTE QUANTO AQUELES QUE ESTÃO LÁÁÁÁÁÁÁÁÁ ATRÁS.NOS DENTES DE CIMA, PASSE A ESCOVA DE CIMA PARA BAIXO. NOS DENTES DE BAIXO, FAÇA O MOVIMENTO CONTRÁRIO, DE BAIXO PARA CIMA.É COMO SE ESTIVESSE "PENTEANDO" OS DENTES, GIRANDO LEVEMENTE A ESCOVA, SEMPRE TOMANDO A GENGIVA COMO PONTO DE PARTIDA E INDO ATÉ O TOPO DO DENTE.E JÁ QUE SEU EXÉRCITO ESTÁ NA ÁREA, APROVEITE PARA ESCOVAR TAMBÉM A LÍNGUA.ELA TAMBÉM MERECE UMA FAXINA.COMPLETANDO A OPERAÇÃO DE GUERRA, ENTRA EM CAMPO A FITA DENTAL, TIRANDO DE CAMPO OS RESTOS DE COMIDA QUE SE ESCONDEM ENTRE OS DENTES.ESTA É A FAMOSA GUERRA ENTRE A HIGIENE BUCAL E AS BACTÉRIAS QUE CAUSAM A CÁRIE.SÓ QUE NA VIDA REAL ESSE BATALHÃO DE LIMPEZA_ ESCOVA DE DENTE, PASTA, FITA DENTAL_ NÃO É NADA SEM SUA AJUDA.
VOCÊ É QUEM TEM DE LIDERAR O COMBATE ÀS CÁRIES, GARANTINDO A LIMPEZA E A CONSERVAÇÃO DOS DENTES.POR ISSO DEPOIS DAS REFEIÇÕES ( OU DE COMER DOCES ) E ANTES DE DORMIR, NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR EM AÇÃO O BATALHÃO DA LIMPEZA BUCAL:A ESCOVA DE DENTE, PASTA, FIO OU FITA DENTAL.PARA EVITAR DOENÇAS DEVEMOS TOMAR ALGUNS CUIDADOS COMO:-QUANTAS VEZES VOCÊ JÁ OUVIU AQUELA FAMOSA FRASE:"JÁ LAVOU AS MÃOS ANTES DE COMER?".E AQUELA OUTRA:"NÃO TOME ÁGUA SEM FILTRAR!"SÃO COISAS QUE APRECISAMOS FAZER MAS NEM SEMPRE DAMOS TANTA IMPORTÂNCIA.

Profa. Maria Tereza

DICAS PARA PREENCHER AS AVALIAÇÕES DESCRITIVAS, "RELATÓRIO DO ALUNO"

DICAS:

1 - Tenha sempre em mãos, um caderno que funcionará como "anedotário", não conte apenas com suas lembranças, pois esquecemos de detalhes.

2- Leia, entenda e reflita sobre as fases do desenvolvimento da linguagem, da fala, da escrita, do desenho, etc... pois, para avaliar é preciso entender como estes processos funcionam e como a criança elabora seu pensamento, do contrário, podemos fazer uma análise equivocada.

ALGUNS ITENS PARA COLOCAR NO ANEDOTÁRIO

NovidadeParticipaçãoInteraçãoAutonomiaPreferênciasColaboraçãoCaracterísticaComo se comporta nas atividadesComo se relaciona com colegas/educadoraNo que se destaca ( no pátio, na dança, nas atividades matemáticas, ativ. De linguagem, nas atividades artísticas ou musicais etc...)1.Como chega à escola?
2.Como se adapta ao ambiente?
3.Como se alimenta?
4.Como brinca?
5.Como se relaciona: colegas/educadora
6.Como está se movendo?
7.Como se comunica?
8.Atende as solicitações da educadora?(guarda-guarda)
9.O que faz quando contrariado?
10.Identidade:Reconhece os colegas?
11.Se identifica pelo nome,sua imagem no espelho?
12.Gosta dos colegas e os identifica?
13.Tem capacidade de resolver conflitos e tomar iniciativas?
14.É crítica e criativa?Curiosa e inventiva?
15.É participativa e cooperativa?

Sugestões para preenchimento do relatório

Observações
É importante considerar, na construção do relatório os seguintes critérios:
• A avaliação deve ser sempre enfatizar os avanços e não apenas os fracassos. Registrar o que o aluno conseguiu e em que progrediu;
• Valorizar e registrar o desenvolvimento sócio-afetivo como: participação, solidariedade, posicionamento, sentimentos;
• É preciso registrar a participação do aluno nos projetos desenvolvidos no bimestre;
• Deve-se proceder relação com o registro anterior;
• Diversificar a redação de um aluno para o outro, buscando se fiel em suas colocações.

Sugestões para iniciar relatórios
• Com base nos objetivos trabalhados no bimestre, foi possível observar que o aluno..
.• Observando diariamente o desempenho do aluno, foi constatado que neste bimestre...
• A partir das atividades apresentadas, o aluno demonstrou habilidades em...
• Com base na observação diária, foi possível constatar que o aluno...Desenvolvimento cognitivo
• O aluno demonstra um ótimo aproveitamento na aquisição da leitura e escrita.
• O aluno apresenta bom desenvolvimento no processo de aquisição da leitura e da escrita.
• O aluno está desenvolvendo-se gradualmente no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
• Encontra-se em desenvolvimento no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
• Tem um bom desenvolvimento cognitivo, mas apresenta dificuldades na leitura, contudo com a realização da recuperação paralela tem apresentado avanços importantes.
• Lê com fluência qualquer tipo de texto, fazendo conexões com a realidade.
• Lê e interpreta os textos trabalhados em aula sem maiores dificuldades.
• Lê com alguma dificuldade, mas demonstra interesse e esforça-se em aprender.
• Escreve, ordena e amplia frases, formando textos coerentes e lógicos.
• Produz frases e pequenos textos com criatividade e entendimento.
• Constrói o conceito lógico-matemático, realizando cálculos com as quatro operações matemáticas.
• O aluno tem especial interesse nas atividades matemáticas.
• Realiza cálculos simples de adição e subtração.
• Realiza cálculos com auxilio de material concreto.
• É curioso, questiona e busca informações.
• Traz para a classe informações de fontes diversas como: radio, tv, jornais e etc.
• Compreende as relações existentes entre os elementos do meio ambiente.
• Compreende a importância da preservação do meio ambiente para o futuro do nosso planeta.
• Adota hábitos de cuidados com o corpo e com o ambiente.
• Nas atividades orais demonstra desenvoltura ...( ou inibição)
• Ocasionalmente troca letras
• Constrói frases criativas e elabora pequenos textos com linguagem e ilustrações significativas;
• Expressa o que pensa relatando, argumentando, avaliando, relacionando, ordenando, generalizando, concluindo...;
• Expressa a escrita representando idéias através de rabiscos, pseudo letras e outros símbolos• Lê com fluência vários tipos de textos interpretando-os;
• Produz textos escritos com clareza, coerência e coesão;• Identifica e escreve seu nome completo;• Observa, descreve, analisa e sintetiza gravuras, reportagens e textos;
• Apresenta dificuldades ortográficas
• Identifica e escreve seu nome completo• Ainda não faz relação entre o que fala e escreveParticipação- convívio social• Participa com interesse e produtividade.
• Boa participação nas atividades realizadas em sala.
• Participação tímida nas atividades em sala, embora tenha bom relacionamento com os colegas em classe.• Demonstra atitudes críticas diante de acontecimentos conflitantes.
• É criativo e comunicativo.
• Coopera com colegas e professora.
• O aluno demonstra interesse nas atividades propostas embora não tenha autonomia para realizá-las sem o apoio da professora.
• Ouve, reproduz e transmite textos oralmente como histórias, recados, noticias entre outros.
• Demonstra curiosidade em relação aos assuntos estudados.
• É cuidadoso e rápido na execução das atividades desenvolvidas.
• Aceita sugestões da professora e dos colegas.
• Manifesta suas opiniões com clareza e objetividade.
• Contribui para a integração e o crescimento do grupo;
• Demonstra inquietude e geralmente se envolve em questões referentes aos colegas;
• Ainda não aceita as regras convencionadas pelo grupo;
• Colabora na construção de regras;
• Interage com o grupo, ouvindo, respeitando e se posicionando;
• Tem um bom relacionamento com os colegas e mostra-se sempre pronto em ajudar.

PARECER DESCRITIVO

1. ÁREA SÓCIO-AFETIVA
Comentar sobre o período de adaptação: Com quem ficou no primeiro dia? Como ficou? Como evoluiu? Mostra dependências? Usa apoio de objetos? Toma mamadeira, chupa bico?Relacionamento: com a professora, colegas e funcionários. Participa de atividades propostas pelo professor?Funcionamento no grupo: É aceita? Rejeitada? Isola-se? Lidera? É agressiva? Demonstra preferência por colegas? Coopera com o grupo? É capaz de ouvir os outros? Tem cacoetes?Tolerância às frustrações: perder e ganhar, acertar e errar.Controle esfincteriano resolvido?Brinquedo: com o que prefere brincar na sala e no pato? Como brinca (sozinho, com o grupo em pequenos grupos, com companheiro)?Autonomia: Está organizado na rotina? Aceita regras, cumpre combinações? Espera a decisão dos outros para tomar a sua? Tem condições de escolher e recusar-se ao que não quer? Envolve-se em conflitos? Como os resolve? Encontra suas próprias respostas? Explica seus pensamentos?

2. ÁREA PSICOMOTORA
Esquema corporal: domínio e conhecimento de seu corpo, imagem corporal. Lateralidade.Motricidade ampla: ritmo de ação – rápido, lento, acompanha o grupo, não consegue parar, precisa de estimulação, tem freio inibitório. Desempenho com bolas, cordas, rodas cantadas, movimentos.Coordenação motora: rola sobre o corpo, engatinha, vira cambalhota, sobe e desce escadas, pula.Motricidade fina/visomotricidade: coordenação – abotoa, dá nós, faz laços. Preensão do lápis. Colore dentro de limites. Enfia contas, amassa papeis. Modelar, rasgar, amassar, picar, alinhavar, recortar. Manusear talheres. Acerta alvos, copia figuras.

3. ÁREA COGNITIVA
a) Desenvolvimento da linguagem compreensiva e expressiva:Comunica-se com clareza, expressando de modo organizado seu pensamento? Tem vocabulário adequado à idade? Compreende comunicações verbais? Quando fala, gagueja ou troca letras? Quando relata fatos, fala muito rápido, muito devagar? Relata em seqüência? Relata sempre os mesmos fatos, coisas imaginárias? Assopra balão, velas e assovia? É expressivo ao falar? Manifesta suas emoções?

b) Construção da representação:
1. Gráfica: descrever o desenho da criança, caracterizando a etapa em que se encontra (garatuja, garatuja ordenada, representação completa ou incompleta da figura humana, etc).

2. Escrita:Mostra interesse por escrita? Observa livros? Representa letras e números? Escreve seu nome? Identifica nomes de colegas escritos? Em que etapa da alfabetização se encontra (pré-silábica, silábica, silábica-alfabética, alfabética)?

c) Expressão através de artes plásticas, danças e dramatização:É mais expressivo em alguma dessas formas? É criativa? Apresenta soluções originais? Usa recursos variados? É inibida? Prefere papéis sem destaque? Brinca de faz de conta?

d) Desenvolvimento perceptivo:Visão, audição, tato, olfato e paladar.

e) Atenção:Condições de atenção e concentração em brincadeiras e atividades, condições de perseverar na tarefa.

f) Memória:Condições de memorização de canções, versos e brincadeiras.Observações sobre memória visual e auditiva.

g) Experiências lógico-matemáticas:Noções de espaço-tempo, conservação de quantidades, de seriação e classificação.Identifica propriedades, atributos de cor, forma, etc.Encontra soluções para resoluções de problemas?Reconhece numerais?Relaciona número e quantidade

A AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

“ Professor nenhum é dono de sua prática se não tem em mãos, a reflexão sobre a mesma. Não existe ato de reflexão, que não nos leve a constatações, dúvidas e descobertas e , portanto, que não nos leve a transformar algo em nós, nos outros e no mundo”Madalena Freire

Avaliar na educação infantil tem como objetivo único acompanhar o desenvolvimento da criança , esta avaliação não poderá ser realizada como forma de medir conhecimentos, mas como ponto de partida para novas descobertas, servirá como diagnóstico das necessidades dos alunos, ao mesmo tempo em que será usada pela educadora como uma forma de nortear a sua prática, esta avaliação também deve fornecer aos pais, um relato da evolução das capacidades da criança. A avaliação será feita com base no acompanhamento, observação e registro do educador em relação ao desenvolvimento e progressos de seus alunos. Não deve possuir caráter rotulador ou quantitativo, deve sim, servir como fonte de reflexão e análise, para que possamos perceber até onde chegamos e o que ainda precisamos buscar.Para o aluno a avaliação é apenas um modo de conhecê-lo melhor, suas habilidades e suas deficiências, para a educadora ela deve ser uma forma de percepção de sua prática e deve apontar modos de aprimorá-la, ao avaliar não devemos nos deter nesta ou naquela área, mas em todas as competências dos nossos pequenos. Para os pais ela é uma forma de acompanhamento dos progressos e das dificuldades apresentadas pelos pequenos, para que possam, junto com a escola e professora, buscar caminhos que favoreçam o desabrochar e o crescimento integral de seus filhos. É bom lembrar que, não existe uma forma padrão de avaliar o grupo, cada criança deve ser avaliada de forma individual, de acordo com suas competências, evoluções e dificuldades, cada aluno é parâmetro de si mesmo, por isso, quando estamos avaliando temos que nos livrar das comparações e dar ênfase aos progressos individuais.Jussara Hoffmann afirma que, “ A avaliação em educação infantil precisa resgatar urgentemente o sentido essencial de acompanhamento do desenvolvimento infantil, de reflexão permanente sobre as crianças em seu cotidiano como elo da continuidade da ação pedagógica. O conhecimento de uma criança é construído lentamente, pela sua própria ação e por suas próprias idéias que se desenvolvem numa direção: para maior coerência, maior riqueza e maior precisão. Portanto, mediar a ação educativa, significa para o educador a abertura de entendimento a essas permanentes possibilidades, consciente de que as suas expectativas podem não corresponder às formas peculiares e próprias da criança responder às situações.” É comum ao professor padronizar os itens que serão avaliados e rotular alunos que não conseguem corresponder os objetivos propostos ou que não respondem de forma esperada as atividades sugeridas.Qualquer parecer descritivo deve ter por de trás, um relatório que concentre as anotações referentes ao acompanhamento de cada criança , no contexto individual e nas suas relações com o meio. Vigotsky valorizava a linguagem escrita porque afirmava que ela era mais reflexiva do que a oral. Sendo a escrita uma representação da fala, ela exige uma reorganização do pensamento, uma maior reflexão e conexão entre as idéias defendidas. Portanto, os relatórios de avaliação representam a análise e a reconstituição da situação vivida pela criança na interação com o professor. Eles representam, ao mesmo tempo, reflexo, reflexão e abertura de novos possíveis.

Professora Márcia de Oliveira Soares

"GRANDES PENSADORES"

ATUAL HÁ 100 ANOS- As idéias deste americano ainda são um ideal a alcançar em muitas salas de aula .

JOHN DEWEY

(1859-1952)

Nasceu em Burlington, uma pequena cidade agrícola do estado americano de Vermont. Escreveu sobre filosofia e Educação, além de Arte, Religião e Política.
a filosofia deweyana remete a uma prática docente baseada na liberdade do aluno para elaborar as próprias certezas, os próprios conhecimentos, as próprias regras morais. Isso não significa reduzir a importância do currículo ou dos saberes do educador.
Para Dewey, o professor deve apresentar os conteúdos escolares na forma de questões ou problemas e jamais dar de antemão respostas ou soluções prontas.
Em lugar de começar com definições ou conceitos já elaborados, deve usar procedimentos que façam o aluno raciocinar e elaborar seus próprios conceitos para depois confrontar com o conhecimento sisitematizado. Pode afirmar que todas as teorias mais modernas da didática, como o CONSTRUTIVISMO e as bases teóricas dos Parâmetros Curriculares Nacionais, têm inspiração nas idéias desse pioneiro educador americano.

Para Dewey, "o aprendizado se dá quando compartilhamos experiências e isso é possível num ambiente democrático, onde não haja barreiras ao intercâmbio de idéias". O objetivo da escola deveria ser ensinar a criança viver no mundo, pois as crianças não estão em um certo momento sendo preparadas para a vida e, em outro, vivendo.

A educação então é uma constante reconstrução da experiência.

REFLETINDO...

Umas das principais lições legadas por John Dewey é a que , não havendo separação entre a vida e educação, esta deve preparar para a vida, promovendo seu constante desenvolvimento.
Como ele diz, "as crianças não estão num dado momento, sendo preparadas para a vida e, em outro vivendo."
Então qual é a diferença entre preparar para a vida e preparar para passar de ano? Como preparar os alunos que têm vidas tão diferentes entre si e que, provavelmente, terão também futuros distintos?

(Priscila Ramalho- Revista Nova Escola/2003)